sexta-feira, 3 de julho de 2009
Sonhos. Certo ou não acredito que precisamos deles. Possíveis, impossíveis, comuns, incomuns, normais, anormais enfim todo e qualquer tipo de sonho, é válido e fundamental.Numa sociedade errada, onde a decadência humana é cada vez mais comum, onde a solidariedade está extinta e o egoísmo e falta de amor ao próximo está na moda existem poucas coisas em que podemos nos segurar para ter forças pra continuar a viver nesse mundo cada vez mais errado. Ai que entra os sonhos.Sonhos às vezes compartilhados com os outros, às vezes só nossos e que ficam escondidos naquele canto que só a gente mesmo sabe onde encontrar. Sonhos que nos motivam a seguir em frente, a lutar pelo que queremos que nos dão um pouco de esperança no meio de tanto desapontamento. Também podem nos levar pra outros mundos, lugares que só existem na nossa imaginação.Há quem diga que é perda de tempo, que quem vive sonhando deixa de viver, eu não concordo, não existe nada tão exclusivamente nosso quanto nossos sonhos. Eles estão conosco até que descartamos, mudamos ou os realizamos, não nos pedem explicações, não julgam nossos atos, não querem nada em troca, apenas ficam ali cumprindo o seu papel e esperando a chance de serem concretizados. Principalmente é um dos poucos lugares que podemos ser nós mesmos, sem se importar com a opinião alheia, onde colocamos, tiramos e enfeitamos as coisas como tivermos vontade, onde liberdade é tudo e limites não existem, onde você pode ser simplesmente quem você quer ser.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Tempo. Acho que há poucas coisas no mundo tão cheias de mistérios quanto o tempo. Só ele é capaz de curar aquelas feridas tão dolorosas e que tanto nos machucam, também é no tempo que fica guardado tanta coisa, coisas que a gente já não lembra, como os depoimentos antigos que eu acabei de ler e aonde eu encontrei, no meio de tantas abobrinhas, depoimentos sinceros, pessoas especiais e muita, mas muita saudade mesmo.
Pode-se encontrar nele também aqueles momentos simples, mas tão excepcionais talvez simplesmente só pela companhia, mas que também não voltam, ou aqueles que a gente preferia jamais lembrar, mas que sempre vai aparecer quando eu me lembrar do que passou nesse tempo.
Não percebemos, às vezes, a influência que o tempo tem sobre nós, não percebemos o quanto precisamos e estamos sempre ligados a ele.
Certas horas queremos que ele passe voando, em outras queremos que pare para sempre, ou ainda, que ele volte. Seria bom se isso fosse possível, talvez déssemos mais valor às pequenas coisas que só percebemos que não são tão pequenas assim quando já passaram, e a saudade bate e a gente sabe que poderia ter feito melhor daquela pequena coisa.
Enfim, por sorte ou azar, ele é totalmente dono de si mesmo, não para, não muda, está sempre ali e cabe a cada um de nós fazer o melhor que pudermos, do nosso tempo.
Pode-se encontrar nele também aqueles momentos simples, mas tão excepcionais talvez simplesmente só pela companhia, mas que também não voltam, ou aqueles que a gente preferia jamais lembrar, mas que sempre vai aparecer quando eu me lembrar do que passou nesse tempo.
Não percebemos, às vezes, a influência que o tempo tem sobre nós, não percebemos o quanto precisamos e estamos sempre ligados a ele.
Certas horas queremos que ele passe voando, em outras queremos que pare para sempre, ou ainda, que ele volte. Seria bom se isso fosse possível, talvez déssemos mais valor às pequenas coisas que só percebemos que não são tão pequenas assim quando já passaram, e a saudade bate e a gente sabe que poderia ter feito melhor daquela pequena coisa.
Enfim, por sorte ou azar, ele é totalmente dono de si mesmo, não para, não muda, está sempre ali e cabe a cada um de nós fazer o melhor que pudermos, do nosso tempo.
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